07/11/26 às 00h
Atualizado em 07/11/26 às 18h01
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Foto: Canva
A Defesa Civil Nacional orienta as famílias brasileiras a manterem em casa um kit de emergência com suprimentos suficientes para até 72 horas, o equivalente a três dias. A recomendação busca preparar a população para situações como temporais, enchentes e outros desastres naturais que possam dificultar o acesso a serviços essenciais.
Segundo o órgão, em determinadas emergências, as equipes de resgate podem enfrentar dificuldades para chegar às áreas atingidas. Por isso, ter materiais básicos disponíveis pode ajudar os moradores enquanto aguardam atendimento.
O que deve ter no kit de emergência da Defesa Civil?
A orientação é reunir produtos essenciais para atender às necessidades dos integrantes da família durante os primeiros três dias de uma emergência.
Entre os itens recomendados estão:
Água potável: para consumo durante o período;
Alimentos não perecíveis: produtos que não precisam de refrigeração;
Lanterna: para situações de falta de energia elétrica;
Rádio: para acompanhar informações e comunicados;
Carregador portátil: para manter o celular funcionando;
Kit de primeiros socorros: com materiais básicos para pequenos ferimentos;
Manta térmica: para ajudar na proteção contra o frio;
Itens de uso pessoal: produtos de higiene e outros materiais necessários à rotina da família.
Por que a Defesa Civil recomenda suprimentos para três dias?
O período de 72 horas é considerado importante porque, em situações mais graves, ruas e rodovias podem ficar bloqueadas, o fornecimento de energia pode ser interrompido e o atendimento de emergência pode demorar a chegar.
Preparação deve acontecer antes de uma emergência
A recomendação foi reforçada em uma publicação da Defesa Civil Nacional nas redes sociais, seguindo práticas internacionais de prevenção a desastres.
A proposta é que as famílias organizem os materiais com antecedência, sem esperar pela chegada de uma tempestade ou outra situação de risco.
O kit funciona como uma medida de preparação e não substitui as orientações de segurança nem a necessidade de deixar áreas perigosas quando houver determinação das autoridades.
Fonte; Visor Notícias
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