MACS exibe duas exposições que conectam arte, sensibilidade e identidade brasileira

27/05/26 às 00h
Atualizado em 27/05/26 às 20h18
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Vídeos: Teco Barbero (Jornalista)

O jornalista e fotógrafo Teco Barbero esteve no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS), acompanhando duas exposições que estão em cartaz e que vêm movimentando o cenário cultural da cidade. Durante a visita, ele registrou imagens e reuniu informações que ajudam a ampliar a experiência do público e a compreensão das obras apresentadas, trazendo um olhar atento sobre os conceitos e propostas de cada mostra.

Nesta cobertura especial, você confere duas matérias que apresentam as exposições “Que Seja Casa, o Amor Ainda Que Amar Desabrigue” e “Rapsódias Amazônicas”. Ambas convidam o visitante a diferentes formas de reflexão: uma voltada às relações humanas, ao afeto e ao pertencimento; e a outra mergulhada na força simbólica, cultural e ambiental da Amazônia, em diálogo com a arte contemporânea brasileira.

 

EXPOSIÇÃO “QUE SEJA CASA, O AMOR AINDA QUE AMAR DESABRIGUE” ESTÁ EM CARTAZ EM SOROCABA

 O Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS) recebe a exposição “Que Seja Casa, o Amor Ainda Que Amar Desabrigue”, uma mostra coletiva que propõe uma reflexão sobre pertencimento, afeto e as relações humanas por meio da arte contemporânea.

A exposição reúne obras do acervo da instituição e também trabalhos de artistas convidados, que dialogam a partir dos versos da jovem poeta brasileira Mar Becker, frase que dá nome à mostra. Entre os artistas participantes estão nomes consagrados da arte contemporânea brasileira, além de jovens expoentes da cena artística nacional.

De acordo com o texto de apresentação da exposição, a proposta é refletir sobre o significado de “casa” para além de um espaço físico. A mostra aborda os vínculos afetivos construídos entre pessoas, memórias e lugares, destacando como esses laços fazem parte da identidade e da experiência humana.

Os trabalhos apresentados percorrem diferentes linguagens artísticas, como pintura, escultura, desenhos, xilogravuras e fotografias, proporcionando ao público uma experiência sensível e imersiva.

A exposição também convida os visitantes a refletirem sobre acolhimento, convivência e pertencimento em tempos marcados por mudanças constantes e deslocamentos emocionais e sociais.

A mostra está em cartaz no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba e integra a programação cultural dedicada à valorização da arte brasileira contemporânea e ao incentivo de debates sobre identidade, afeto e humanidade.

Exposição “Rapsódias Amazônicas” chega ao Museu de Sorocaba com curadoria de Fabio Magalhães

O Museu de Sorocaba recebe a exposição “Rapsódias Amazônicas”, do artista Aguilar, reunindo obras que exploram a força simbólica, cultural e visual da Amazônia brasileira. A mostra apresenta uma imersão artística marcada por cores intensas, elementos da natureza e referências à diversidade dos povos amazônicos.

Com curadoria de Fabio Magalhães, a exposição propõe uma reflexão sobre a relação entre arte, território e identidade cultural, trazendo ao público trabalhos que dialogam com questões ambientais, espirituais e sociais presentes na região amazônica.

Conhecido pelo estilo expressivo e contemporâneo, Aguilar utiliza diferentes linguagens visuais para construir uma narrativa poética sobre a Amazônia, valorizando suas riquezas naturais e culturais. As obras convidam os visitantes a uma experiência sensorial, misturando pintura, formas abstratas e simbolismos inspirados na floresta.

A mostra também reforça o papel dos museus como espaços de encontro entre arte e conscientização, aproximando o público de temas atuais ligados à preservação ambiental e à valorização das culturas brasileiras.

A exposição “Rapsódias Amazônicas” está aberta para visitação no Museu de Sorocaba, em São Paulo, oferecendo ao público uma oportunidade de conhecer de perto o universo artístico de Aguilar e suas interpretações sobre a Amazônia contemporânea.

Texto: Rogério de Souza /Galera Mix

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