22/11/22 às 20h20
Atualizado em 17/08/25 às 06h52
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Completando quase uma semana de greve e atividades paradas, cerca de 40% dos professores da rede municipal de ensino de São João Batista aderiram ao protesto. A informação foi confirmada pelo presidente do SindiEducar.
Deivid Herartt afirma que, mesmo com a greve, o Poder Executivo ainda não negociou com as lideranças sobre a adequação dos vencimentos ao piso nacional do magistério, fixado em 33,24%. As tratativas já duram 11 meses, sem qualquer definição.
A busca é pelo reajuste. Em 2021 foi congelado em razão da pandemia. Neste ano, o resultado foi de 33,24%. Ou seja, nenhum professor pode ganhar menos de R$ 3.800,00. Em São João Batista, isso não é cumprido. Sempre foi cumprido e, há 13 anos, todo prefeito paga. Essa vai entrar pra história pela única gestão que se nega a pagar, se nega a conversar e se nega a aceitar uma lei constante em Leis Federais”.
Deivid Herartt, presidente do SindiEducar
FÉRIAS DO PREFEITO
No início da semana, a administração municipal anunciou que o prefeito Pedro Alfredo Ramos, o Pedroca, entrou de férias, passando o cargo para o vice-prefeito Almir Peixer, o “Déi do Gás”. O afastamento não pegou bem entre os manifestantes, embora não considerem uma surpresa.
A gente já está há 11 meses nessa luta de tentar uma resposta, uma tentativa de resolução pra esse problema. Então, não ficamos admirados por esse passo dado pelo Executivo. Triste a gente fica, porque queria estar na sala de aula. Não queria chegar nessa greve em São João Batista”.
? Deivid Herartt, presidente do SindiEducar
Fonte: Vipsocial
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