Medicamentos podem ficar mais caros a partir de abril

31/03/26 às 00h
Atualizado em 31/03/26 às 22h08
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Foto: UPA/Divulgação

A partir desta quarta-feira (1º), os preços dos medicamentos comercializados em farmácias de todo o Brasil podem sofrer reajuste. A atualização ocorre anualmente e é autorizada pelo governo federal por meio da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), responsável por estabelecer o teto máximo de preços no país.

O percentual definido funciona como um limite para a indústria farmacêutica. Na prática, isso significa que o aumento não é automático nem uniforme: cabe a cada laboratório ou fabricante decidir se aplicará o reajuste e em qual proporção ele será repassado ao consumidor.

O cálculo leva em conta fatores como a inflação acumulada nos últimos 12 meses, os custos de produção e o nível de concorrência no setor. De acordo com especialistas, a medida busca equilibrar o mercado, garantindo o acesso da população aos medicamentos ao mesmo tempo em que preserva a sustentabilidade da cadeia farmacêutica.

Para consumidores que fazem uso contínuo de remédios, a recomendação é pesquisar preços entre diferentes farmácias e considerar a opção por medicamentos genéricos, geralmente mais acessíveis. Também é indicado acompanhar programas de descontos oferecidos por laboratórios e redes do setor.

Com a nova atualização em vigor, a tendência é que os preços sejam ajustados de forma gradual, passando a aparecer nas prateleiras ao longo das próximas semanas.

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