26/09/26 às 00h
Atualizado em 26/09/26 às 11h24
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Foto: Reprodução
Um menino de 3 anos foi atropelado no início da noite desta sexta-feira (25) no bairro Itajuba, em Barra Velha, no Litoral Norte catarinense. O motorista, que dirigia um Chevrolet Ipanema prata, não parou para prestar socorro e fugiu, segundo a família.
A criança brincava de bola com a prima em frente à casa da avó, perto do viaduto do Itajuba. A bola rolou para a rua e o menino correu atrás dela na mesma hora. Quando atravessava a pista, foi atingido pelo carro.
Um vídeo mostra o momento em que o menino corre atrás da bola em direção à rua e é atingido pelo veículo. As imagens são fortes.
De acordo com a mãe, não houve tempo de anotar a placa. Quem estava perto guardou só o modelo e a cor do veículo. Segundo a família, era um homem ao volante, e um morador afirmou que o carro saiu do local com o retrovisor quebrado.
Sem esperar ajuda, o pai levou o filho por conta própria ao Pronto Atendimento de Barra Velha. De lá, o menino, natural de Jaraguá do Sul, foi transferido para outro hospital. O estado de saúde dele não havia sido divulgado até a publicação desta reportagem.
Nas redes sociais, a mãe respondeu a internautas que culparam a família pelo acidente. “Em nenhum momento a brincadeira de uma criança na rua justifica um atropelamento”, escreveu. Ela disse que o filho “está precisando de cuidado, não de julgamento”.
A mãe também rebateu quem afirmou que o menino surgiu do nada na frente do carro. Segundo ela, a rua é uma reta onde sempre há muitas crianças brincando, e naquele momento eram cerca de dez, visíveis de longe por quem passava. Ela acusa o motorista de estar em alta velocidade e de omissão de socorro, e afirma que nada justifica nenhuma das duas coisas.
Moradores da rua também disseram que câmeras de segurança da região registraram o atropelamento.
A ocorrência foi registrada pela PMSC. Até a publicação desta reportagem, o motorista não tinha sido identificado.
Informações sobre o carro ou o condutor podem ser repassadas à PMSC pelo 190 ou, de forma anônima, pelo 181.
Fonte: Jornal Razão
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