Quem é o bilionário de SC que está na lista da Forbes e é dono de praia paradisíaca em Governador Celso Ramos?

02/12/23 às 15h15
Atualizado em 02/03/24 às 20h51
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Foto: Divulgação

Jorge Luiz Savi de Freitas, um nome que ressoa entre os círculos empresariais de Santa Catarina, ganhou recentemente destaque não apenas por sua fortuna, mas também por seu estilo de vida luxuoso. O bilionário, que ocupa a 74ª posição entre os 280 bilionários brasileiros segundo a Forbes, chamou a atenção ao abrir sua praia particular em Governador Celso Ramos para um encontro com ex-colegas de colégio. Essa informação foi divulgada em primeira mão pelo colunista Ney Lopes, do ND+.

Natural de Criciúma, Jorge de Freitas é um dos 35 catarinenses com patrimônio superior a R$ 1 bilhão. Sua formação em administração de empresas pela PUC/RS pavimentou o caminho para uma carreira de sucesso na Intelbras, uma proeminente empresa catarinense no setor de segurança eletrônica. Iniciando como almoxarife em 1976, Jorge de Freitas ascendeu rapidamente, ocupando várias posições estratégicas na empresa até se tornar diretor administrativo financeiro.

Sua liderança na Intelbras, de 1980 a 2005 como presidente/CEO e, posteriormente, como presidente do conselho de administração, destaca uma trajetória de dedicação e visão empresarial. Sua habilidade em guiar a empresa para o sucesso é evidenciada não só em sua fortuna pessoal, mas também no impacto e crescimento da Intelbras no mercado.

A praia particular de Jorge de Freitas, situada em uma das regiões mais cobiçadas de Santa Catarina, a famosa Prainha, em Governador Celso Ramos simboliza não apenas seu sucesso financeiro, mas também sua conexão com suas raízes e sua disposição para compartilhar suas conquistas. A reunião com ex-colegas de colégio em um ambiente tão exclusivo e pessoal oferece uma visão mais íntima do empresário, geralmente associado apenas a números e conquistas empresariais.

Este evento serve como um lembrete de que, por trás das cifras impressionantes e dos títulos corporativos, existem histórias de trabalho árduo, persistência e, em casos como o de Jorge de Freitas, um sentido de comunidade e camaradagem que perdura através dos anos.

Fonte: Visor Notícias

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